sábado, 26 de setembro de 2009

Tiro de "sniper" termina com situação de refém

O que dizer das imagens passadas em todos os jornais nacionais e do Mundo nesta sexta e sábado?

A situação envolvendo uma tomada de refém por um vagabundo no Rio de Janeiro terminou, ao ver da sociedade, que não suporta mais cenas de extrema violência contra "humanos direitos", da melhor forma possível, com a eliminação do perpetrador, reincidente e criminoso potencial.

Sabe-se de duas situações criminosas nas quais ele já esteve envolvido, a primeira envolvendo uma autuação por porte de arma de fogo e uma segunda por furto. A primeira no ano de 2005 e a segunda em 2008.

Para aqueles que tendem a defender o criminoso e dizer que nenhum crime cometido por ele seria de tal nível (com resultado morte), só lembro que as duas vezes que foi preso foram as únicas nas quais a Polícia do Rio de Janeiro conseguiu descobrir seu envolvimento em atitudes criminosas. Quem garante que o elemento não seja um "traficante de drogas", estuprador ou um homicída em potencial?

O que se sabe é que em momento algum tenha sido flagrado em outras situações criminosas, mas o fato é que o marginal das ruas, que vive às margens da sociedade, com saúde para poder trabalhar mas assim não o faz, somente faz aumentar as estatísticas de que uma vez no crime, difícil sair da "vida fácil e emocionante" do mundo da criminalidade. É a reincidência.

Bom, entendimentos contrários à parte, entendo que o disparo fatal efetivamente foi a melhor atitude a ser tomada pela Polícia Militar do Rio de Janeiro para conter a situação criminosa que poderia "descambar" para uma situação trágica e não esperada pela sociedade brasileira.

Como os dados do momento levavam a crer que o elemento não iria se entregar sem oferecer resistência, e, estando com uma granada em sua mão, tal resistência poderia trazer riscos à saúde do vagabundo, da vítima e de policiais, a saída menos traumática foi o abate do inimigo.


O Rio de Janeiro vive uma situação de guerra, e na guerra "meu irmão", a situação é diferente, um "estado de exceção", então, no Rio de Janeiro, o combate ao crime deve ser de forma diferente, digamos assim, com a realização de uma assepsia social e a eliminação do inimigo. Chega de vermos situações como a do Ônibus 174 e da morte da Eloá.

Parabéns à Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.

Veja a matéria do Jornal Hoje sobre o caso.

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